Perfil - Associação Beco da Esperança

Associação Beco da Esperança

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Conheça Associação Beco da Esperança

Associação Beco da Esperança
Abrigo para alguns, esperança para muitos

Tudo começou quando em 2002, a Lucia, hoje conhecida como a Lucia dos gatos, chegou a 120 gatos em casa e logo começou, também a recolher cães.

Três anos depois, em 2005, ela construiu sozinha os primeiros gatis nos fundos do terreno da casa em que vivia com a família.

Até que, em 2006, surgiu uma gatinha perdida na Biblioteca Pública e lá foi a Dona Lucia acompanhada de umas dez pessoas para ajudar a resgatar a gatinha que posteriormente foi doada para uma pessoa próxima e passou a se chamar Ana Terra.

Dentre as pessoas que ajudaram no resgate estava a Helena Lemos, que se prontificou a levar a gatinha ao veterinário, a princípio para tentar uma adoção.

Pensando na possibilidade de ver a gatinha passando dias e dias presa em uma gaiola até que fosse adotada, Lucia ficou com dó e pediu que a Helena a levasse para o gatil em sua casa.

E foi assim que tudo começou, embora na ocasião, Lucia tivesse dito que a condição seria não aumentar a quantidade de animais – o que foi prontamente acordado pela Helena.

Ledo engano – hoje temos 360 gatinhos acolhidos pelo Beco da Esperança, nome carinhosamente dado pela então, voluntária, Arizana, ao dizer que ali não era um beco sem saída, mas, sim, um beco da esperança para muitos gatinhos.

Divisor de águas
Em 2008, Lucia e a família se mudaram da casa em que viviam no mesmo terreno do gatil, disponibilizando todo o terreno para o acolhimento dos animais.

Em 2014 a casa em que a família morou por anos, foi demolida e a reforma dos gatis foi realizada com a ajuda de recursos financeiros da própria ONG, assim como com o apoio dos amigos Eduardo e César.

Hoje, o Beco da Esperança é mantido somente por doações, com o projeto de apadrinhamento, com as vendas do bazar, campanhas, bingos e eventos, que no momento não estão sendo realizados devido à pandemia.

“Quando eu era criança, fazia o enterro dos pintinhos da chácara em que eu morava, e, desde os meus seis anos de idade minha maior afinidade sempre foi com os gatos. E a compaixão fazia com que eu resgatasse todos. No entanto, nunca pensei que a ONG iria acontecer depois. O importante para mim era salvá-los. Então, eu precisava de um local para acolhe-los. E, foi assim desde sempre...! No Beco eu pude e ainda posso realizar a minha vontade e a necessidade primária deles. Por isso, o Beco é para mim, um sonho realizado, uma satisfação de dedicar a minha vida a eles”. Maria Lucia Pascoto Verdério, Presidente do Beco da Esperança.
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